terça-feira, 31 de agosto de 2010

Usina de açúcar e álcool em Denise/MT que produzirá combustiveis e plástico biodegradável apresenta projeto de proteção ao meio ambiente

Com uma política própria de proteção ao meio ambiente é que a Companhia Energética Verde Norte (CEVN) pretende implantar de forma sustentável, a usina de açúcar, combustíveis renováveis (álcool e biodiesel), energia elétrica, plásticos biodegradáveis, no município de Denise/MT (211 quilômetros de Cuiabá).A CEVN, preocupada com a preservação da biodiversidade e os ecossistemas existentes na região, investe cerca de R$ um milhão de reais, no projeto de viabilidade do Estudo de Impacto Ambiental (EIA)/ Relatório de Impacto Ambiental (RIMA).Para tanto, a Companhia Energética Verde Norte será a primeira usina no Brasil a trabalhar com a nova tecnologia.
No processo industrial, a vinhaça da usina será processada e transformada em energia elétrica, e as cinzas, deste processo, serão transformadas em adubo, diminuindo os riscos ao meio ambiente. Vale ressaltar que toda colheita será mecanizada e não haverá queimada.No que se refere ao social, parte do fornecimento da matéria-prima será comprada do micro e pequeno agricultor, mesmo que este não faça parte dos sócios fundadores. “Abriremos uma nova escola ou parceria profissionalizante a fim de formar cidadãos holocentrados“, disse o presidente da CEVN, Ralf Kruger.Assim, o projeto da usina é totalmente inovador do ponto de vista ambiental e social, sendo uma oportunidade da sociedade conhecer que a CEVN respeita o meio ambiente e às pessoas de nosso planeta.

Investimento

Para atender a demanda da indústria serão necessários o plantio de 31 mil hectares de cana-de-açúcar, sem derrubar uma árvore sequer, apenas otimizando pastagens degradadas para a produção de 3 milhões de toneladas de cana por safra.A CEVN vai utilizar o poliduto - corredor de exportação do produto (álcool) - através do projeto da Transpetro (subsidiária de logística da Petrobrás) no terminal em Nova Olímpia (207 km de Cuiabá), para escoar também a produção existente. O investimento inicial dos 32 sócios agricultores de pequeno e médio porte da CEVN, responsável pela instalação da usina, está previsto em R$ 500 milhões. Além disso, a usina irá gerar mais de 5 mil empregos indiretos na região e mais de 1.200 diretos na cidade.

Atual situação

O projeto de implantação da usina de açúcar e álcool, da Companhia Energética Verde Norte, ainda não foi aprovado, devido ao zoneamento agroecológico proposto pelo governo federal.O zoneamento proíbe a expansão do cultivo de cana-de-açúcar e, conseqüentemente, a implantação de novas usinas na região.“Denise não fica no Pantanal. Estamos fazendo todo projeto com a consciência ambiental e social para ser referência nacional", afirmou Ralf Kruger.



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

COSAN estará na Fenasucro & Agrocana


A Cosan, único player totalmente integrado do setor de energia renovável, será uma das empresas presentes na Fenasucro & Agrocana 2010. O evento acontecerá entre os dias 31 de agosto a 3 de setembro, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP), e reunirá diversos empresários e companhias responsáveis por toda a cadeia de produção sucroalcooleira. Com um público estimado de 30 mil visitantes, a feira acontecerá em uma região conhecida pela força na produção de cana-de-açúcar e promoverá o intercâmbio entre as mais modernas técnicas produtivas e o crescente investimento mundial no setor.
Além de reunir os nomes mais importantes do mercado, a Fenasucro & Agrocana 2010 terá pela primeira vez um presidente de honra. O escolhido para esta função foi Rubens O. Silveira Mello, presidente do Conselho de Administração do Grupo Cosan. “Este é um dos mais importantes eventos do setor, que reúne importantes profissionais do mercado”, diz o empresário. “Além disto, a troca de experiências e fortalecimento de negócios comprova que o processo de consolidação do setor sucroenergético brasileiro está estruturado para ser parte da solução no atendimento à demanda mundial por energia limpa e renovável”, afirma Rubens O. Silveira Mello.O empresário é presença confirmada também no XII Fórum Internacional Sobre o Futuro do Álcool, que marca a abertura oficial da Fenasucro & Agrocana.
Tendo como pauta o tema “Do álcool para o etanol”, o fórum discutirá a mundialização da produção do etanol, a internacionalização do seu consumo e a globalização da propriedade das usinas brasileiras. Além do empresário, estarão presentes representantes de outras grandes companhias do setor, além da presidenciável Marina Silva. O Fórum acontecerá no dia 30 de agosto, a partir das 8h, no Teatro Municipal de Sertãozinho.

Compromisso com a energia renovável

Em linha com sua missão de fornecer energia cada vez mais limpa para melhorar a vida das pessoas, a Cosan tem investido em diversas iniciativas para o fornecimento de soluções limpas e renováveis. Em junho deste ano, a companhia assinou um contrato comercial com a Braskem, empresa petroquímica líder em produção de resinas nas Américas, para fornecimento anual de 175 milhões de litros de etanol hidratado durante 5 anos. O etanol, escoado por transporte ferroviário, será destinado à unidade da Braskem. Em construção na cidade de Triunfo (RS), a planta da petroquímica começará a operar em meados do segundo semestre deste ano, possibilitando a produção do primeiro plástico verde do mundo a partir do etanol de cana-de-açúcar – o polietileno feito de matéria-prima 100% renovável.



domingo, 29 de agosto de 2010

Apoio político a produção de bioplástico

De acordo com um relatório da "European Bioplastics Association", a associação européia que representa os fabricantes, transformadores e usuários de bioplásticos e polímeros biodegradáveis (BDP) e seus produtos derivados, que é intitulado "Relatório da Reunião de 15 de julho de 2010, em Bruxelas" o Conselho Europeu, juntamente com a Comissão Européia e o Parlamento Europeu, aprovou uma abordagem holística, estratégica para orientar a política da UE na próxima década: "Europa 2020 - Uma Estratégia Européia para o crescimento sustentável”. Esta é uma iniciativa para alavancar a "bio-economia" O conceito é visto como um elemento-chave para alcançar os objetivos políticos diferentes das decisões políticas da União Européia: emprego, de crescimento, proteção do clima, a inovação, a solução para a finitude da matéria-prima industrial e uma política de agricultura sustentável.
Em 15 de julho de 2010, especialistas da indústria se reuniram em Bruxelas para discutir a possível evolução dos mercados para os produtos de base biológica, com ou sem a aplicação de medidas políticas. O objetivo era elaborar uma posição comum perante a Comissão Européia na definição de objetivos ambiciosos, mas realistas e indicativos para as diferentes categorias de produtos bio-baseados, tais como biolubricantes e biopolímeros. A associação contribuiu ativamente para o debate com uma carta à Comissão e desenvolveu uma previsão para o mercado com base em pesquisas de mercado disponíveis e os conhecimentos dos seus membros para a entrada na estratégia "Europa 2020".A Associação Européia de bioplásticos estima que o potencial de mercado para 2020 dos bioplásticos será 3 vezes maior, se as medidas de apoio efetivo as políticas forem postas em prática. Especificamente, ela estima que 770 mil toneladas de bioplásticos serão produzidas, sem apoio político e 2.550.000 toneladas, com medidas de apoio político. Neste último caso, representam um aumento da quota do mercado de bioplásticos a partir do seu atual 0,5% para 5% dentro de dez anos.



Fonte:www.european-bioplastics.org
Tradução e Pesquisa:Bioplstic News

sábado, 28 de agosto de 2010

A Motive Industries apresenta o Kestrel, primeiro veículo Elétrico produzido com bio compósitos

O carro, chamado de Kestrel, fará sua estréia no mercado em setembro, durante o EV Conference and Trade Show 2010 em Vancouver. O Kestrel é um veículo elétrico compacto de 4 passageiros, projetado e construído pela Motive Industries. O corpo do carro é feito de material bio compósito resistente. O designer do Kestrel Darren McKeage afirmou ,"os carros elétricos devem ser eficientes, o design do Kestrel tinha que ser simples e leve,original e atraente."
O material bio composto é feito a partir de cânhamo produzido pela Alberta Innovates Technology Futures (IATF), em Edmonton Alberta.Nathan Armstrong, presidente da Motive disse: "nós vimos uma oportunidade única para fazer avanços significativos no setor automotivo e de apoio do setor automotivo canadense fornecendo produtos sustentáveis e oportunidades para criar novos empregos na indústria verde".
A prototipagem e teste começarão no final deste mês. O objetivo é atingir as mesmas propriedades mecânicas dos compósitos de vidro, conseguindo uma redução no peso. Segundo John Wolodko da IATF, “bio-compósitos estão se tornando mais popular devido ao seu baixo custo e peso leve. Os materiais naturais como o cânhamo pode oferecer uma alternativa verde e sustentável, sendo utilizadas em materiais compósitos." Materiais compósitos são atualmente utilizados em estruturas de veículos rodoviários, muitos têm a força, a segurança e os benefícios do aço.
A Motive Industries desenhou e projetou o Kestrel para a participação no Projeto EV, uma iniciativa totalmente canadense, com o objetivo de promover a produção de veículos elétricos e componentes para veículos elétricos no Canadá.



Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Novo iPhone elaborado a partir de bioplástico


iPhones elaborados a partir de recursos renováveis, está lentamente tornando-se uma visão comum. Somando a essa onda ecológica está a bioserie, que está expandindo sua linha de iPhone feitos de bioplástico que incluem modelos para o iPhone 4.A bioserie informou que seu novo iPhone estará disponível no início de Setembro por cerca de 35 dólares, são feitos a partir de uma nova mistura de componentes bio baseados que vêm de "material vegetal renovável anualmente." A empresa diz que não contêm ingredientes tóxicos e possui um peso considerado leve para um iPhone (0,4 oz). Parte do projeto inclui o chamado pé da tela de proteção, que é voltado para baixo permitindo a colocação segura do seu celular.
Cada aparelho possui uma superfície texturizada para melhor conforto e aderência. As opções de cores disponíveis incluem preto, branco, laranja, dois tons de verde e vermelho.
"Nós acreditamos que é possível desfrutar de tecnologia sem prejudicar os ecossistemas frágeis do nosso planeta”, disse Kaya Kaplancali, CEO da bioserie, em um comunicado recente. "Estamos explorando a vanguarda da ciência verde para desenvolver produtos que permitem aos consumidores desfrutar de seus iPhone e outros dispositivos da Apple, de forma ambientalmente responsável."


quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Brasileiros criam plástico vegetal com caroço de manga

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia desenvolveu um plástico biodegradável que pode ser empregado em finas membranas utilizadas em processos para purificação de água, tratamento de efluentes e sessões de hemodiálise. O acetato de celulose, mais conhecido como "plástico vegetal", é produzido a partir da camada externa da semente da manga, composta principalmente de fibras, que recobre o embrião do caroço da fruta.
Após constatarem que cerca de 480 mil toneladas de caroços de manga são descartados pelas indústrias de sucos a cada ano, os pesquisadores decidiram investigar a viabilidade do uso deste resíduo, que pode corresponder de 30% a 45% do peso da fruta, dependendo da sua variedade. "Por ser algo descartado pela agroindustria, este material representa uma inovação do ponto de vista da matéria-prima empregada" diz a pesquisadora do Laboratório de Energias Renováveis e Meio Ambiente da UFU, Rosana Maria Nascimento de Assunção.O plástico vegetal também revelou seu potencial na confecção de embalagens biodegradáveis, a exemplo dos recipientes onde são colocadas as mudas de plantas cultivadas em viveiros.
Ainda não existem planos imediatos de disponibilizar o produto ao consumidor. Mesmo assim, os pesquisadores acreditam que o acetato de celulose fabricado através do caroço da manga pode ser uma alternativa mais barata se comparada com as membranas usadas atualmente nos processos de filtragem, como no caso da celulose obtida da polpa de madeira. "No nosso estágio de desenvolvimento, ainda é difícil responder com números. Mas podemos dizer que com o emprego de um resíduo descartado e abundante, o preço de produção provavelmente será menor e isto provocará uma diminuição do valor em relação ao produto comercial", falou Assunção.
A pesquisadora lembrou ainda que muitos produtos biodegradáveis são mais caros que os convencionais usados na mesma função, e o incentivo para seu uso é o diferencial ambiental. Além do caroço da manga, a equipe já produziu acetato de celulose a partir de jornais, bagaço da cana-de-açúcar e agora está trabalhando com a palha de milho. Porém, antes de produzir as películas, é preciso saber em que tipo de aplicação elas serão usadas, já que a porosidade depende do fluxo dos líquidos que elas irão receber. Para controlar o número de poros, diversos sais são adicionados à mistura, auxiliando no processo de filtração.
Outros projetos já estão sendo desenvolvidos a partir da descoberta do "plástico vegetal". Rosana Nascimento de Assunção revelou que os pesquisadores estão produzindo sistemas para incorporação de fármacos e outras espécies bioativas em matrizes miniaturizadas. "Nesta condição, a membrana é capaz transportar o fármaco até seu tecido alvo evitando, se possível, efeitos adversos", disse.


Fonte:http://noticias.terra.com.br

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pesquisa revela que só 1/3 das pessoas que têm ecobags a usam na hora da compra


Poucas pessoas usam efetivamente suas ecobags. Pelo menos é isso que mostra a pesquisa realizada em supermercados, lojas, livrarias, farmácias, quitandas, entre outros, pela Gatto de Rua, confecção especializada em soluções têxteis. Da amostragem apenas 34% que possuem as sacolas ecológicas e dessas, 71% das pessoas não a estavam utilizando na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram: esquecimento, pouca praticidade para carregar a ecobag e a opção de alguns consumidores em reciclagem das sacolas plásticas para outros fins.
"Embora tenha havido um avanço considerável na conscientização ambiental, os consumidores compram as sacolas ecológicas, mas a utilizam mais como um acessório para passeio do que como medida de preservação ambiental. As pessoas precisam se conscientizar das conseqüências para o nosso planeta", explica Elaine Guapo, diretora de Marketing da Gatto de Rua, empresa patenteadora da Bag Market.
As mulheres são as que mais utilizam as sacolas ecológicas, elas representam 83% dos consumidores ecologicamente corretos. A utilização das ecobags é mais notada em supermercados com 68%, contra 23% em quitandas, e 9% em outros tipos de estabelecimentos. Quanto a não adesão ao uso, os dados mostraram que se deve ao fato de os consumidores utilizarem as sacolas plásticas: em latas de lixos; para recolher dejetos de animais; e para transportar objetos (como toalhas em localidades praianas, roupas e guarda-chuvas molhados, livros, etc.). O levantamento foi realizado para a Gatto de Rua com 1.064 pessoas, entre 19 a 30 de julho de 2010 em diversos estabelecimentos.
Guapo afirma que em cidades onde foram adotadas medidas para proibir ou coibir a utilização de sacolas plásticas, e a população colaborou, o número de adesões são significativos. Ela alerta também que cabe as empresas desenvolverem produtos que sejam práticos, maleáveis e de fácil utilização para os consumidores. "Não adianta ter um produto bonito, mas fica guardado em casa ou no carro, seja pelo seu tamanho e textura. Hoje, o consumidor quer praticidade. Quer colocar sua sacola ecológica na bolsa ou pasta e esquecer que ela está lá.
No Brasil, são distribuídas mais de 1 bilhão de sacolas plásticas por mês nos supermercados. Isso equivale a 66 sacolas por pessoa. Cada uma, leva até 300 anos para se decompor e emitem diversos gases poluentes durante o processo de fabricação. Com as chuvas essas sacolas são responsáveis pelo entupimento de encanamentos, bueiros e pelo agravamento dos alagamentos, além de poluírem rios, lagos, mares, e também contribuírem para a morte de diversas espécies de animais aquáticos e terrestres.
"O percentual de sacolas plásticas recicladas é quase zero, pois a maioria é usada como saco de lixo, ficando contaminada por restos de alimento, entre outros materiais. As sacolas ecológicas continuarão sendo uma solução para diminuir a poluição e o acúmulo do lixo no planeta, as pessoas apenas têm de ser educadas ambientalmente para evitar a plastificação do nosso planeta", afirma Guapo.
Proibição das sacolas plásticas já virou lei em cidades dos Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. A substituição pelas embalagens biodegradáveis, oxi-bio e retornáveis já foram implantadas em Goiás, Espírito Santo e Maranhão. Só em São Paulo, já estão em vigor no interior em municípios como Jundiaí, Osasco, Sorocaba, Santos, Piracicaba e Guarulhos.
Em outros países são adotadas medidas de proibição ou taxação. Na Irlanda, foi adotado um pesado imposto sobre o uso dos sacos plásticos, 2003, o que reduziu o consumo em 90%. Na Itália e Bélgica, também são tributados. Os compradores também pagam por eles na Alemanha, Holanda, Suíça. Na Espanha, Noruega e agora o Reino Unido estão considerando a adoção de proibições ou impostos. Taiwan tributa os sacos, e as cidades de Dhaka (Bangladesh) e Bombaim (Índia) proíbem seu uso. Os sacos plásticos finos estão proibidos na África do Sul desde 2003; os mais espessos são tributados. Medidas semelhantes estão em vigor na Eritréia, Ruanda, Somália, Tanzânia, Quênia e Uganda.
Nos Estados Unidos, Washington proíbe a distribuição gratuita de sacolas plástica. As cidades de San Francisco e Oakland, na Califórnia, proíbem os sacos, e promovem a utilizam de sacolas reutilizáveis ou recicláveis. No restante do Estado, os supermercados são forçados a aceitar sacos vazios de volta para reciclagem. Iniciativas semelhantes de coleta e reciclagem estão sendo estudadas em Nova York, Nova Jersey e Maryland.



Fonte:www.gattoderua.com.br

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Novidades da Interplast em Joinville mostram preocupação com o meio ambiente

Pigmentos orgânicos de empresa joinvilense exibidos na Expoville
Foto:Cleber Gomes


Máquinas mais silenciosas e inteligentes, matérias-primas biodegradáveis e tecnologias pensadas para promover a economia de água e energia elétrica. Pelos corredores da Interplast, que vai até sexta, em Joinville, é possível perceber que as indústrias ligadas ao plástico estão investindo para que o material passe de vilão a mocinho na luta a favor da preservação do meio ambiente.
O empresário Luiz Carlos Reinert dos Santos, sócio da Cristal Master, que produz pigmentos para colorir plásticos, diz que a procura por produtos ecologicamente corretos tem aumentado. Segundo Santos, os produtos que não agridem a natureza correspondem a 80% das vendas. "Eles permitem que o plástico seja reciclado sem perder a tonalidade ",acrescenta.No setor de máquinas, os esforços são para reduzir o uso de recursos como água e energia. Um dos lançamentos que o Grupo Meggaplástico trouxe para a Interplast é uma injetora capaz de produzir com uma economia de até 80% de energia."A máquina já significa 30% das vendas, pois traz uma economia significativa para as indústrias. Apesar de ser 20% mais cara do que as outras, o valor gasto a mais na compra pode ser recuperado em até oito meses, graças à diminuição na conta de luz", explica o engenheiro Guilherme Rodrigues.
A Ecomaster aproveita a feira para divulgar um plástico biodegradável que desaparece em dois anos, enquanto um normal leva cem anos, sem perder resistência. O produto passa por testes finais e deverá estar no mercado em outubro.A indústria química QuantiQ investe em um plástico inteligente."Quando o plástico é reciclado, perde parte das propriedades, como a elasticidade. Nosso produto possui uma tecnologia que evita a mudança. Também estamos desenvolvendo um plástico feito a partir de amido de milho, capaz de desaparecer em apenas 120 dias", conta o gestor de negócios Antonio Tardivo.



domingo, 22 de agosto de 2010

Campanha para diminuir o uso de sacolas plásticas (Vídeo)

No ano passado, os norte americanos utilizaram mais de 100 bilhões de sacolas de plástico petróleo baseado.Este video mostra campanha para diminuir o uso destas sacolas:

video

Fonte:http://www.projectgreenbag.com

sábado, 21 de agosto de 2010

BIOPLAST sacos de lixo 100% biodegradáveis para a sua casa

Agora há uma alternativa acessível para sacos de lixo elaborado com Bioplástico 100% biodegradável, de acordo com as normas EN 13432:2000 e ISO 14855. Estes sacos são produzidos pela empresa BIOPLAST com tecnologia baseada na cadeia de biodegradação com a adição de um custo menor. Ele foi desenvolvido para biodegradar em ambiente aberto e aterros dentro de 180 dias após a sua eliminação.
A sua formulação é absolutamente única e é composta por diversos ingredientes, elaborados principalmente a partir de recursos naturais (plantas). Também é compostavel e pode ser reciclado ao contrário de alguns bioplásticos que utiliza amido como base e os plásticos oxo-degradáveis que são fragmentáveis. De acordo com a empresa a Bioplast usa a natureza para resolver um problema criado pelo homem.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A empresa de pesquisa de Bioplásticos Plaxica recebe financiamento de 3 milhões de libras


A empresa de pesquisa britânica Plaxica ligada ao Bioplastic Imperial College de Londres recebeu uma verba de 3 milhões de libras para financiar o seu trabalho no desenvolvimento de ácido polilático (PLA).
A Plaxica é apoiada pela Invesco Perpetual, NESTA e Carbon Trust and Imperial Innovations que investiram mais de 3 milhões de libras para ajudar na pesquisa de um biopolímero de "baixo custo, mais forte e de alta qualidade.
Os novos fundos serão usados para acelerar o desenvolvimento e aumentar a escala de produção da tecnologia como uma alternativa ao plástico à base de óleo de embalagens, produtos eletrônicos e autopeças.
A Imperial Innovations tem um portfólio de empresas de base científica e ela própria esta ligada ao Bioplastic Imperial College contribuiu com 1,2 milhões de libras e aumentou a sua participação para 41,4%.A executiva da empresa Susan Searle disse que o investimento sublinhou a confiança da empresa na Plaxica que era uma parte cada vez mais importante da sua carteira.



Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Empresas de bioplásticos estão interessadas em investir no Uruguai

Algumas empresas estrangeiras ligadas à produção de bioplásticos apresentaram propostas ao governo uruguaio para se instalarem no país e já começaram a fazer alguns investimentos. De acordo com fontes oficiais, a imagem do país como adepto ao natural, ambientalmente limpo e a decisão do Tribunal de Haia reconhecendo o compromisso do Uruguai às normas ambientais, levaram a esses fundos pensar no país, que conseguirá adicionar um plus para o Uruguai: as indústrias de tecnologia serão desenvolvidas e reforçará a imagem do país.
Provavelmente alguns leitores vão saber o que queremos dizer. No mundo tem sido estudado por muitos anos como substituir a poluição plástica, não só pela sua própria condição, mas também porque é óbvio que o petróleo tenha um futuro difícil. É por isso que as pesquisa levaram à conclusão de que o plástico petróleo baseado pode ser substituído por plásticos totalmente biodegradáveis e também serem produzidos a partir de recursos renováveis.
Mas como todo produto novo, inicialmente o preço de bioplásticos era demasiado elevado. O desenvolvimento de pesquisas chegou a um estágio em que se afirma que as plantas seria a alternativa ideal para a produção de biopolímeros, devido à possibilidade de cultivá-las em grandes quantidades, usando a fonte de energia mais econômica que existe: a luz solar.
As empresas estão apostando na plantação de cânhamo (experiência na Austrália) e já estão realizando pesquisas para determinar a variedade que se adapta melhor ao solo e clima do Uruguai. São investimentos de vários milhões de dólares, embora se acredite que na realidade, o investimento real virá depois, se houver uma conclusão positiva na fase de investigação quando as empresas vão a comprar a terra, cultivar, colher e então virá a fase industrial, com uma tecnologia muito sofisticada. Por outro lado, é uma cadeia que exige muito trabalho.

Aplicações

Este novo produto tem muitos usos. As fibras de cânhamo possuem alta resistência, além disso, pode se aproveitar as sementes, que possui óleos ricos em gordura (incluindo o Omega 3), como biocombustíveis, celulose, materiais de isolamento, peças para automóveis , embalagens para frutas e alimentos (muitas cadeias supermercados e lojas na Europa estão incentivando o uso destas embalagens biodegradáveis para atender o interesse dos consumidores para reduzir o uso de combustíveis fósseis), isolamento,materiais de construção, etc. Além disso pela sua própria característica biológica o cânhamo pode ser usado para melhorar a qualidade das terras cultivadas e controle de praga.


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Cidade do México inicia cruzada contra as sacolas de plástico

Compras num mercado da Cidade do México: sacolinhas serão cobradas
a partir desta quinta
Quer uma sacola? Pois são 2 pesos. Ou 3, ou 1, o que cada negócio determinar. O que sim é fato é que a sacola não sairá mais de graça na Cidade do México a partir desta quinta-feira, com a entrada em vigor da nova Lei de Resíduos Sólidos. O governo da capital espera, assim, diminuir o consumo de sacolas de plástico, que, calcula-se, supera os 20 milhões de unidades diárias somente no Distrito Federal. As tradicionais bolsas que costumam ser oferecidas pelos supermercados são fabricadas a base de petróleo e, dependendo de sua espessura, podem demorar várias centenas de anos para se degradar sozinhas.
Para amenizar esse impacto ambiental, a partir desta quinta, 19 de agosto, os comerciantes da capital mexicana deverão cobrar as sacolas de plásticos dos clientes, que além disso deverão ser biodegradáveis. Do contrário, se arriscam a serem presos por 36 horas e pagar multas que variam de mil a 20 mil dias de salário mínimo mexicano.A Lei de Resíduos Sólidos foi aprovada em agosto do ano passado. A partir de então, a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Distrito Federal dispôs de um ano para estudar e determinar todos os pormenores da legislação. Mas agora que a data está para chegar, nem muitos os negócios da capital estão preparados para a mudança nem há consenso sobre as regras da nova lei. "Aqui não sabemos. Ainda não nos disseram nada", comentou terça-feira um dos empacotadores de um supermercado no centro, pertencente a uma das maiores cadeias do México. Na loja de conveniência da esquina, também pertencente a um conhecido grupo empresarial, tampouco havia muita informação, salvo que os funcionários estão esperando "que a companhia mande um comunicado com os detalhes".
Na véspera da entrada em vigor da lei, nem o supermercado nem a loja tinham sacolas biodegradáveis à disposição, nem sabiam quanto iriam cobrar por elas. A lei recebeu numerosas críticas. As da Associação Nacional de Indústrias do Plástico (Anipac) talvez fosse de se esperar. Mas até o Partido Verde tinha fortes objeções à medida. De ambas perspectivas, em comum há a reclamação de que a lei é ambígua e portanto consideram que as sanções são inaplicáveis. "Só com o desenvolvimento da norma se poderá estabelecer a lei como tal", disse Alberto Couttlolenc, deputado do Partido Verde e presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Distrito Federal. Em particular, Couttlolenc criticou que a lei não especifica o que é "biodegradável".
O deputado assinalou que a secretaria do Meio Ambiente deveria definir elementos como quais tecnologias de biodegradação serão aceitáveis, como será a fiscalização para a aplicação das sanções e como os consumidores poderão identificar as novas sacolas. Diante das "ambiguidades" da norma, Couttlolenc liderou esta semana uma revisão da lei que propõe várias modificações, entre elas a que não se cobre pelas sacolas "para não prejudicar as famílias mexicanas"', e que se exija que as sacolas sejam biodegradáveis em prazo máximo de dez anos. Mas estas mudanças dependem de uma nova votação na assembleia e enquanto isso não ocorre a lei entrará em vigor tal como foi aprovada um ano atrás."Como se irá punir o comerciante que siga oferecendo sacolas? Quem será punido com 36 horas de prisão, o caixa, o diretor?", pergunta o deputado verde.
Na corrida contra o tempo, deputados pedirão ao governo que temporariamente permita que a Lei de Resíduos Sólidos entre em operação sem que se aplique as punições que a norma estabelece. "O problema no México é que 90% das sacolas são reutilizadas como saco de lixo e são recheadas com produtos orgânicos", disse Couttlolenc. "Então as sacolas geram gás metano, que é 60% mais prejudicial ao ambiente que o CO2."Uma mudança de hábitos no uso das sacolas plásticas entre as mais de 20 milhões de pessoas que habitam a região da Cidade do México e municípios próximos sem dúvida teria um efeito positivo para o meio ambiente da capital. De fato, um estudo recente da TNS Research International revela que os habitantes do Distrito Federal estão mais conscientes e preocupados com o meio ambiente do que o restante dos mexicanos. Imprecisões e ambiguidades à parte, parece que o público da capital está disposto a assumir o desafio ecológico.



terça-feira, 17 de agosto de 2010

A empresa Cardia Bioplastics celebra contrato global para fabricar fraldas descartáveis com biofilme

A Cárdia uma empresa australiana produtora de Bioplástico e de produtos finais fechou contrato com a empresa Ben's Land para colaborar no desenvolvimento de um biofilme para os clientes europeus de produtos de higiene ecológicos(fraldas descartáveis ecológicas).
Testes confirmaram que, comparado aos filmes plásticos convencionais, o biofilme compostavel da Cardia proporciona uma barreira de umidade de alta performance para impedir vazamentos, mantendo a pele do bebê seca e suave com muito conforto.
O biofilme é parte da gama de resinas patenteadas da Cárdia. Estas resinas são fabricadas com recursos renováveis ou são certificados como plenamente compostavel nas normas internacionais, a Européia 13.432 EM e a americana. ASTM D 6400, além da GreenPla japonesa, e da Australiana AS 4736.
O presidente da Cardia Pat Volpe disse que este contrato reflete o afastamento do uso do combustível fóssil convencionais por plásticos bio baseados de fornecedores globais. "Pais com bebês estão preocupados com a questão ambiental, bem como com o desempenho dos produtos. Eles querem produtos que oferecem soluções sustentáveis às suas exigências," disse.A elaboração do biofilme certo para estas aplicações na higiene pessoal era desafiador. A Ben Land irá fornecer este novo produto a seus principais clientes dos E.U.A. e da Europa.




segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Braskem inicia produção do ´plástico verde´

Enquanto a produção de um quilo de polietileno de origem fóssil, elemento de composição do plástico, emite 2,5 quilos de gás carbônico, a fabricação do polietileno a partir do etanol captura e fixa a mesma quantidade. A diferença significa cinco quilos a menos do poluente no meio ambiente e é o fator que mais pesa a favor da utilização do etanol como base para a produção do ´plástico verde´. O cálculo foi apresentado pelo Diretor de Negócios de Biopolímeros da Braskem, Marcelo Nunes, durante a palestra “Nova visão da utilização do etanol”, realizada no Congresso de Tecnologia na Cadeia Produtiva da Cana-de-Açúcar em MS – Canasul. Ao iniciar no mês que vem a produção de polietileno originário do etanol em escala industrial, a Braskem se tornará a maior produtora mundial de biopolímeros.
A empresa vai consumir 700 mil metros cúbicos de etanol por ano, tornando-se a quinta consumidora nacional de etanol, atrás apenas das distribuidoras de combustíveis. O plástico verde comporta-se da mesma forma que o plástico comum, tendo a mesma aparência e processos produtivos idênticos, bom como demanda o mesmo custo de produção. Da mesma forma, não é biodegradável e requer os mesmos cuidados no descarte em relação aos polietilenos comuns. A diferença, enfatizou Nunes, está mesmo na demanda mundial pela redução da emissão dos gases de efeito estufa.
O investimento inicial da Braskem em tecnologia para processamento de etanol iniciou em 2006, culminando este ano com a operação de uma planta industrial com capacidade para produzir 200 mil toneladas de plástico verde por ano. “Será a primeira indústria de plástico verde certificada no mundo”, enfatizou o dirigente, reforçando que o produto final vai refletir a preocupação da empresa com a sustentabilidade da cadeia, a partir da adoção de um código de conduta que respeita o modelo de zoneamento agroecológico nacional.



Fonte:http://www.agorams.com.br

domingo, 15 de agosto de 2010

Arena será tão verde quanto pernambucana

Arena de São Lourenço da Mata - Governo do estado PE/Divulgação

A excelência em sustentabilidade ambiental está cada vez mais presente nas grandes obras no planeta. Além de ter virado uma exigência da sociedade, a questão também é apontada como moeda de troca das grandes empreitadas deste século. A Fifa, por exemplo, criou o Green Goal Program, com o objetivo de identificar possíveis impactos ambientais dos estádios na Copa do Mundo, além de exigir tecnologias renováveis. A demanda ocorreu na África do Sul, neste ano, e vai acontecer no Brasil, em 2014. Apesar de o foco na arena pernambucana para o Mundial ser basicamente sobre o andamento da obra milionária ou a negociação com os grandes clubes do Recife, o projeto também prevê a utilização de novas tecnologias autossustentáveis. Uma delas será inédita em escala mundial.
Após cinco anos de desenvolvimento, a Braskem - braço petroquímico da Odebrecht, que lidera o consórcio da arena local - finalmente criou cadeiras de plástico produzidas a partir de um material bem diferente do petróleo, matéria-prima utilizada há decadas. Os 46.214 assentos do estádio em São Lourenço da Mata serão feitos a partir da cana-de-açúcar. Mais verde e mais pernambucano, impossível.
O plástico verde (biopolietileno) é resultado de um processo a partir da desidratação do etanol proveniente da cana-de-açúcar, gerando uma matéria-prima 100% renovável. Até a produção deste plástico é mais limpa, com uma redução no nível de dióxido de carbono na atmosfera. A primeira versão do produto - que vem sendo utilizado na indústria automobilística e de cosméticos - foi lançada em junho de 2007. No ano seguinte, foi utilizado na concepção do troféu do GP do Brasil de Fórmula 1, em uma peça desenhada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
Agora, com o certificado internacional de reconhecimento da eficácia, a Odebrecht vai implantar a ideia no estádio. A primeira indústria da empresa para este fim, orçada em R$ 500 milhões, está sendo construída no Rio Grande do Sul e começará a operar em 2011.Em Pernambuco, essa nova cadeira- que apesar do nome "verde" numa referência ecológica terá, na verdade, a cor vermelha - será o ponto alto do projeto sustentável da arena. O estádio conta ainda com medidas sócio-ambientais mais conhecidas, como o uso de energia solar, reaproveitamento de água, soluções de ventilação e tratamento de esgoto, uma vez que o estádio ficará muito próximo ao Rio Capibaribe, que contorna o terreno de 270 hectares.
Tudo isso foi necessário para que o comitê local conseguisse, antes do início das obras, a Licença em Energia e Design Ambiental (LEED, sigla em inglês), exigida pela Fifa. A certificação para edifícios sustentáveis é emitida pelo Conselho Norte-americano de Construções Verdes (USGBC, sigla em inglês). O estudo sobre a racionalização de recursos existe desde 1998 e já aprovou cerca de 14 mil projetos no mundo."A durabilidade desse novo plastico é idêntica do plástico tradicional, mas com uma produção limpa, que utiliza energia renovável. Com isso atendemos aos critérios da Fifa, e vamos além, fazendouma arena sustentável.
Será um local que não vai tratar o público como torcedor, mas como cliente", diz o diretor de engenharia da Odebrecht, José Érico, que ressalta ainda a preservação de 600 mil metros quadrados de área verde no local. "Essa área verde será recuperada. Com tudo isso, queremos fazer um local que receba visitas durante a semana, como um museu, num ambiente familiar", afimou o diretor. Dos canaviais da Zona da Mata para a arquibancada, o passo pioneiro de responsabilidade ambiental da Copa no estado.


sábado, 14 de agosto de 2010

A empresa SO.F.TER. introduz compósitos reforçados com fibras naturais


A empresa SO.F.TER. afirma ter desenvolvido compósitos para atender a crescente demanda por materiais sustentáveis. Os compósitos são totalmente recicláveis e contêm fibras provenientes de fontes renováveis, como o linho, sisal e cânhamo. Os compósitos reforçados com fibras naturais possuem propriedades semelhantes à fibra de vidro, porém estes compósitos pesam 10% menos. Eles também oferecem melhor qualidade de amortecimento e são anti vibrantes, bem como possuem maior resistência a choques e altas temperaturas.
Os compósitos de fibras naturais são particularmente adequados para a indústria automobilística, para a produção de peças internas e painéis, mas também pode ser usado em partes visíveis. A empresa SO.F.TER. está sediada em Forlì, Itália, e tem unidades produtivas no México e no Brasil.A SO.F.TER. vai expor na Feira Internacional de Plásticos e Borracha de 2010, no Pavilhão 6, a K 2010 que ocorrerá em Düsseldorf, Alemanha, de 27 outubro a 4 novembro.


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Brasil pode começar a exportar tecnologia do plástico verde

Na inauguração da planta de eteno verde da Braskem na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul, no próximo mês, a empresa vai anunciar um ambicioso plano de expansão desse projeto para além do Brasil. Conforme Bernardo Gradin, presidente da empresa que desenvolveu a tecnologia para transformar etanol em plástico, a agenda de sustentabilidade vai ultrapassar a fronteira. "Temos sido muito procurados por parceiros e até por governos de países que se comprometeram com metas de inserção de renováveis na matriz energética sobre como aplicar essa tecnologia" afirmou Gradin nessa terça, dia 10, ao anunciar o balanço semestral da companhia. Resultado de um investimento de R$ 500 milhões no polo gaúcho, a nova unidade da Braskem está sendo implantada em ritmo acelerado diante do interesse internacional gerado pela tecnologia que substitui a nafta de petróleo, um combustível fóssil, pelo etanol de cana-de-açúcar como matéria-prima na produção de plástico. A localização da primeira unidade no Rio Grande do Sul foi resultado de uma oportunidade, porque havia capacidade ociosa na fase seguinte da produção de resinas para embalagens plásticas, a de polimerização.
A partir de outubro, enfatizou Gradin, a Braskem deve se transformar na terceira maior compradora de etanol do país, com 700 milhões de litros ao ano, atrás das distribuidoras de combustível BR e Ipiranga.No segundo trimestre, a Braskem teve lucro líquido de R$ 45 milhões, revertendo prejuízo de R$ 132 milhões registrado de janeiro a março.



quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Braskem fornecerá "plástico verde" para Pantene no mundo


A Braskem, maior produtora de termoplásticos da América Latina, avançou ontem nos seus planos de obter a liderança do mercado global de química sustentável ao anunciar parceria com uma das maiores companhias de bens de consumo do mundo, a Procter & Gamble (P&G), para fornecimento de polietileno verde (PE), insumo produzido a partir do etanol da cana de açúcar.
Antes da inauguração de sua planta de polietileno verde marcada para setembro, a Braskem já contabiliza vinte clientes globais interessadas no PE verde. Entre eles estão a Natura, Johnson & Johnson, Estrela, Toyota, Petropack (empresa de embalagens plásticas da Argentina), Cromex, Acinplas - composto por Suzuki, Koba, Plasa, Voti e Tashiro&Takata, Shiseido, TetraPak, entre outras. Segundo o vice-presidente da Unidade de Negócios de Polímeros da Braskem, Rui Chammas, dois terços de toda a produção de PE verde da nova unidade fabril já está comprometida para exportação, principalmente para países do norte europeu.Negócio fechadoA parceria inicial entre a Braskem e a Procter & Gamble (P&G) tem como objetivo substituir as embalagens convencionais das marcas globais Pantene, Max Factor e CoverGirl. Elas terão novas roupagens produzidas com polietileno (PE) verde.
A Braskem já é fornecedora de resinas termoplásticas para a P&G no Brasil: do total das marcas da empresa no País, quatro possuem embalagens à base de PE de alta densidade.De acordo com a diretora de Assuntos Corporativos da P&G do Brasil, Gabriela Onofre, o projeto para lançamento das novas embalagens acontecerá globalmente em cerca de dois anos, quando começará a acontecer a substituição das embalagens antigas pelas novas, de fontes renováveis. Localmente, os primeiros produtos chegarão às prateleiras já no ano que vem. "Calculamos o prazo de dois anos, mas isso vai depender da velocidade de mercado" afirma.
Segundo Gabriela, a escolha da linha de produtos para cabelo Pantene como carro-chefe do projeto se deu pelas altas taxas de crescimento anual da marca , cerca de 40%. "Assim, a penetração das novas embalagens será mais rápida", explica a executiva.A marca Pantene está entre as 22 marcas da P&G que apresentam faturamento anual superior a R$ 1 bilhão. No mundo, a empresa possui 300 marcas em mais de 100 países. A empresa anunciou investimentos de R$ 150 milhões este ano para o Rio de Janeiro, onde se localiza duas de suas cinco plantas.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Petroquímica brasileira quer fabricar ‘plástico verde’ no exterior

Às vésperas de iniciar a produção comercial da unidade de “plástico verde” construída em Triunfo (RS), o que ocorrerá no próximo mês, a Braskem prepara um plano no qual pretende se posicionar como a empresa líder no mercado global de química sustentável.
O plano, que será apresentado para o Conselho de Administração em setembro e deve ser divulgado oficialmente em outubro, inclui até mesmo a possibilidade de a companhia brasileira se tornar uma produtora de insumos chamados verdes no exterior. “O projeto da Braskem trouxe uma gama de oportunidades de alianças e passamos a ver uma demanda vinda de governos de outros países e cadeias de clientes”, revelou o presidente da petroquímica, Bernardo Gradin.
Os novos projetos poderão contar com parceiros comerciais ou até mesmo empresas interessadas em se associar ao próprio projeto fabril. As novas unidades, instaladas no Brasil ou no exterior, poderão produzir petroquímicos a partir de outras matérias-primas, e não somente da cana-de-açúcar "caso do projeto gaúcho, que terá capacidade anual de 200 mil toneladas de eteno".O plano representa uma mudança na estratégia de crescimento da petroquímica. A Braskem mantém o objetivo de se tornar uma das maiores petroquímicas globais, mas agora o foco principal está em ser referência mundial na química feita a partir de fontes renováveis.Apesar de sinalizar que a petroquímica pode se envolver em uma nova frente de investimentos, Gradin descartou a possibilidade de o atual plano de crescimento ser alterado. “Para que possamos ter sustentabilidade, precisamos manter a busca por fontes renováveis”, afirmou o executivo.
O atual plano de crescimento da Braskem está focado principalmente na utilização de gás natural, insumo que abastecerá projetos no México, Peru, Venezuela e Bolívia. A Braskem também opera linhas de produção de polipropileno nos Estados Unidos, a partir de etano.

Lucro

Balanço divulgado ontem mostra que o lucro líquido da petroquímica no segundo trimestre apresentou forte retração ante o mesmo período do ano passado. A queda é explicada pela base de comparação, entre abril e junho de 2009, quando a desvalorização do dólar frente ao real levou a Braskem a registrar lucro líquido de R$ 1,156 bilhão. No segundo trimestre deste ano, o lucro da Braskem somou R$ 45 milhões, queda de 96% nessa base comparativa.
Apesar disso, o balanço apresenta consistência nos resultados operacionais. O Ebitda da Braskem, indicador usado para dimensionar a rentabilidade das operações, teve alta de 42% ante o segundo trimestre do ano passado, para R$ 1,042 bilhão. Já a receita líquida cresceu 31% na mesma base comparativa, para R$ 6,539 bilhões.


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Material bioativo e reabsorvível substitui titânio em implantes

Jogadores de futebol, esquiadores, jogadores de tênis - todos temem uma ruptura de ligamento, uma lesão que os afasta por longos períodos do esporte - quando o afastamento não é definitivo.Quando os ligamentos do joelho são danificados, o paciente tem que se submeter a uma cirurgia para restaurar a estabilidade da junta. Nesta cirurgia, o ligamento rompido é substituído por uma parte do tendão da perna, que é fixado ao osso por meio de um parafuso interferencial.
O problema é que esses parafusos são feitos de titânio - depois de certo tempo, o paciente tem que passar por uma nova cirurgia para que o parafuso metálico seja removido.A boa notícia é que essa segunda cirurgia está prestes a ser dispensada, graças ao trabalho de pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.


Parafusos bioativos e reabsorvíveis

A equipe do Dr. Philipp Imgrund desenvolveu um parafuso que não é apenas biocompatível, mas que também é biodegradável."Nós modificamos biomateriais de tal modo que eles podem ser modelados na forma de parafusos bioativos e reabsorvíveis por meio de um processo especial de moldagem por injeção," explica o Dr. Imgrund. "Dependendo da composição utilizada, eles se biodegradam em 24 meses."
Parafusos biodegradáveis feitos de ácido polilático já são utilizados regularmente pela medicina, mas têm a desvantagem de deixar buracos no osso quando se degradam.Esse inconveniente bastante sério foi superado ao fabricar o material com o ácido polilático e com hidroxiapatita, uma cerâmica que é o principal constituinte mineral dos ossos naturais.A maior compatibilidade entre o material artificial e o natural faz com que o osso cresça e ocupe o lugar do implante conforme os demais componentes são absorvidos.

Moldagem por injeção

As propriedades dos parafusos biodegradáveis e reabsorvíveis ficam muito próximas às do osso natural. Sua resistência à compressão é superior a 130 newtons por milímetro quadrado, enquanto um osso natural pode suportar entre 130 e 180 newtons.Os engenheiros alemães desenvolveram um granulado dos biomateriais que pode ser processado com precisão através de métodos convencionais de moldagem por injeção, eliminando a necessidade de pós-processamento.
O processo de moldagem por injeção tem um efeito colateral positivo. Normalmente, a moldagem por injeção de pó é feita a temperaturas muito elevadas, de até 1400 graus Celsius. "Nós só precisamos de 140 graus para os nossos materiais compósitos," diz Imgrund.


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Empresa canadense Solegear lança biocomposto de fibra natural com bioplástico


A empresa Solegear bioplásticos lançou recentemente uma linha de produtos biocompostos com um teor natural entre 15 e 60 por cento. O material da marca Traverse é feito de fibras naturais - madeira, cânhamo, bambu e casca de arroz - e material reciclado ,resina de polipropileno ou outro composto. As peças de moldagem por injeção são projetadas para produtos como brinquedos, peças automotivas e de bens de consumo.
O material complementa o produto Polysole da empresa baseada em Vancouver, que é feito de 100 por cento de materiais biodegradáveis. "Alguns dos clientes alvo da Solegear estão buscando uma transição de 100 por cento natural, de alto desempenho Polysole,", afirmou em uma nota para imprensa, Edward Trueman, CEO da Solegear . "O Traverse prevê que a transição permita que a marca da empresa possa alavancar investimentos em soluções sustentáveis e recicláveis".


domingo, 8 de agosto de 2010

Bioamber e DuPont anunciam contrato de licença de derivados de ácido succínico bio baseado

A Bioamber, uma joint venture entre a DNP Green Technology com a ARD e a DuPont Applied BioSciences, anunciaram um acordo de licenciamento na área de derivados de ácido succínico bio basedo. Sob os termos do acordo, a Bioamber licenciou a tecnologia e a DuPont tem o direito de preferência para garantir o off-take de futuras usinas comerciais.A Bioamber, que recentemente encomendou a primeira fábrica do mundo de ácido succínico bio basedo, está ativamente no desenvolvimento de tecnologias para transformar ácido succínico bio basedo com valor agregado nos produtos derivados. "A tecnologia da DuPont vai acelerar nosso programa de desenvolvimento e reduzir o nosso tempo para o mercado", afirmou Jean-François Huc, presidente da DNP Green Technology. "Nosso acordo com DuPont ajudará a garantir que seremos os primeiros a comercializar, o que poderia reduzir os riscos comerciais associados à construção de grandes usinas", acrescentou. A DuPont executará uma estratégia de comercialização rápida para uma carteira diversificada de alta performance,de produtos de fontes renováveis que atendam às necessidades dos mercados globais com inovação tecnológica. "Estamos comprometidos em oferecer novas tecnologias de bioprodutos para os mercados globais, através de nossos próprios caminhos, bem como através de licenças de tecnologia", disse Michael Saltzberg, diretor de negócios global da DuPont BioSpecialties. "Estamos satisfeitos que a Bioamber tenha dado valor para essa tecnologia específica."


Tradução e Pesquisa:Bioplastic News

sábado, 7 de agosto de 2010

Natura começará a usar 'plástico verde' em outubro


O diretor de Sustentabilidade da Natura, Marcos Vaz, afirmou hoje à Agência Estado que outubro será a data do lançamento no mercado brasileiro do primeiro produto cosmético com embalagem de "polietileno verde". O objetivo da iniciativa é reduzir o impacto ambiental causado pela produção desse tipo de produto. O material, também chamado de "plástico verde", é produzido a partir da cana-de-açúcar, uma fonte de energia vegetal e renovável, ao contrário do plástico comum, derivado do petróleo. Essa inovação é fruto de uma parceria entre a Natura e a petroquímica Braskem e já havia sido anunciada recentemente, mas ainda sem a data definida para o lançamento.
O plástico verde será lançado gradualmente, a partir de outubro, nas embalagens de refil. Marcos Vaz e o diretor-presidente da Natura, Alessandro Carlucci, estiveram hoje no lançamento do Movimento Empresarial pela Proteção e Uso Sustentável da Biodiversidade, em São Paulo, evento que contou com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O movimento tem o objetivo de mobilizar o setor empresarial para a construção de propostas sobre o tema a serem apresentadas ao governo em setembro.
Os empresários esperam que o Brasil exerça, em outubro, um papel de liderança durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10), em Nagoya, no Japão. O objetivo da convenção é preservar a biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e fomentar a repartição dos benefícios oriundos da utilização dos recursos genéticos. O movimento empresarial tem o apoio da Natura, CPFL, Walmart, Vale e Alcoa.
América Latina
As metas socioambientais descritas no balanço da Natura vão se estender para as unidades terceirizadas de produção na América Latina que estão em fase de planejamento, afirmou Vaz.
Em julho, a companhia informou que pretende iniciar a produção terceirizada em pelo menos um país da América Latina até o final de 2010, e em mais três países no próximo ano. Vaz explicou que esse processo "tem relações diretas com a questão ambiental". Segundo ele, a reestruturação da malha logística e a descentralização da produção eliminam boa parte das emissões de gás carbônico com transporte dos produtos até o consumidor final. Vaz também contou, sem dar muitos detalhes, que a empresa já iniciou conversações com clientes e fornecedores dos países vizinhos para desenvolver projetos sociais adequados às comunidades locais.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O EFIB 2010 comprova mais uma vez ser o evento mais importante na Europa

A EuropaBio e a IntertechPira anunciam a agenda para o Fórum Europeu de Biotecnologia Industrial (EFIB)de 2010,tendo lugar no Sheraton Grand Hotel & Spa Edinburgh de 19 à 21 de Outubro de 2010. Este ano o EFIB terá dois workshops pré-conferência, duas sessões plenárias, uma exposição de cartazes e recepção de bebidas no Castelo Edinburgh ao lado de outros eventos sociais.
O programa contará com mais de 60 palestrantes de governos, da indústria, usuários finais, ONGs,universidades e institutos de pesquisa. Pela primeira vez, a conferência será complementada pela parceria 1-TO-1 que permite aos participantes identificar e reunir-se com parceiros potenciais em reuniões privadas dispostas antes do evento. "Todo ano nós estamos tentando agregar mais valor para os participantes da EFIB. Este ano vamos introduzir a ferramenta de parceria que irá maximizar as oportunidades de networking. Temos também mais representantes do governo no programa, a fim de estabelecer com a plataforma EFIB uma ajuda que determine o êxito do desenvolvimento de uma economia bio baseada Européia, "disse o Dr. Dirk Carrez, Diretor de Biotecnologia Industrial da EuropaBio.
O evento vai começar com dois workshops pré-conferência. O primeiro é projetado para ajudar as pequenas empresas compreender os mercados e descobrir técnicas de financiamento e será conduzido por Larry Drum da Biotechnology International Corporation e Austin Martin da Transformrx. O segundo será dedicada à biotecnologia marinha e contará com apresentações do Centro Britânico para o processo de inovação, Biotec Marine Bioquímicos, UPEI, European Science Foundation e outros. A conferência principal, que terá lugar na quarta e quinta-feira, será dividida em 3 sessões focadas em matérias-primas; Política, Administração e Finanças e
Inovação.





Fonte:http://www.efibforum.com

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Alternativa aos sacos plásticos convencionais

Com a nova lei que proíbe sacos plásticos nos supermercados em vigor, algumas funções dadas aos saquinhos depois das compras terão de ser abandonadas. O projeto CivilizaCão traz uma proposta para quem os levava quando saía para passear com animais de estimação: em postes da orla, de Copacabana ao Leblon, oferece, gratuitamente, sacos biodegradáveis para o recolhimento de fezes.
Desde janeiro, há seis porta-sacos do projeto CivilizaCão em quiosques da Orla Rio."As pessoas têm usado os sacos também para botar o lixo que produzem na praia"diz João Marcello Barreto, vice-presidente da empresa.O português Aurelino dos Santos, que passeava por Copacabana com seu poodle, aprovou a ideia:"Sempre saio com vários saquinhos e só conheci hoje o projeto. É prático!"

Fonte:http://oglobo.globo.com/

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pesquisadores desenvolvem embalagem comestível

Pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) estão desenvolvendo uma embalagem para alimentos comestível. A ideia é diminuir a produção de lixo e ajudar na preservação do meio ambiente.

Produzidos a partir de polímeros naturais, os chamados biopolímeros, os filmes têm a vantagem de serem biodegradáveis (podendo até mesmo ser ingeridos pelo homem), amenizando o problema do lixo no planeta.

Hoje, alguns plásticos utilizados como embalagens primárias podem levar cerca de um século para serem degradados pela natureza.
A técnica tem como principal objetivo conservar frescos e por um tempo maior alimentos como frutas, chocolates, queijos e verduras.


Fonte:http://www.band.com.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Braskem inicia a produção de plástico verde em agosto


A primeira fábrica produtora de "plástico verde" da Braskem irá iniciar suas atividades em meados de agosto, com sua produção de 200 mil toneladas anuais praticamente comercializada. A afirmação é do vice-presidente de petroquímicos básicos da empresa, Manoel Carnaúba. Segundo ele, a planta que utilizará etanol de cana-de-açúcar para produzir o plástico verde já está recebendo etanol por via ferroviária para testar os mecanismos de recebimento construídos na unidade industrial. "Fizemos um teste com a entrega de 15 vagões de etanol de nossos fornecedores por via férrea e o nosso mecanismo de recebimento funcionou perfeitamente", disse Carnaúba.
A fábrica, localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul, vai receber 40% do etanol de cana utilizada na produção do plástico verde por rede ferroviária. "Outros 40% virão por via marítima e apenas 20% por rede rodoviária", explica. Entre os principais fornecedores de etanol da Braskem estão a Cosan, a ETH e mais dez fornecedores menores localizados nos estados do Paraná e São Paulo. A empresa precisará de 450 milhões de litros de etanol por ano.
Orçada em R$ 500 milhões, a planta utilizará o etanol de cana na produção de eteno, matéria-prima do polietileno verde, mais conhecido como plástico verde. Antes mesmo de entrar em operação, a empresa já tem acordos de fornecimento fechados com empresas do porte da Natura, Estrela, Johnson & Johnson, Tetra Pak, Cromex e Acinplas, além do mercado internacional. "Existe uma demanda grande pelo produto renovável e a produção que ainda não está direcionada por acordos específicos já possui mercado identificado", explica.
No início de julho, a planta de Triunfo obteve a licença de operação definitiva concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam), o que permite o início das operações da indústria. "Esta licença é uma garantia que a planta foi inspecionada pela fundação e de que ela está de acordo com o projeto original", afirma Carnaúba. Segundo o executivo, a planta de plástico verde ficou pronta 60 dias antes do esperado porque muitos fornecedores de máquinas e equipamentos adiantaram a entrega das peças, o que permitiu que o início das atividades fosse antecipado de outubro para agosto de 2010.
Com sua produção praticamente comercializada, a Braskem já tem estudos de construção de uma outra unidade no médio prazo. "Ainda estamos estudando possibilidades de construção, tanto no Brasil como até em outros países", disse ele. Carnaúba ressaltou também que a construção de uma nova unidade poderá contar com outro modelo societário, com a realização de uma parceria com outra empresa. "Vamos avançar nestes estudos quando a unidade de Triunfo entrar em operação", disse.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Enterro ecológico utiliza urnas biodegradáveis


No dia 20 de julho, 280 chineses foram enterrados da forma mais ecológica possível. Em urnas biodegradáveis, os restos mortais foram enterrados em uma cerimônia com direito a honras militares.As urnas especiais – patenteadas pelo governo chinês – são feitas de areia prateada e se dissolvem depois de algumas horas quando submergidas na água, ou depois de poucos meses em contato com o solo. Oficiais da cidade de Tianjin começaram a promover o novo hábito em março desse ano e agora puderam realizar a primeira cerimônia – coletiva – de enterro ecológico.
O evento no Yongan Memorial Park contou com a participação de jovens soldados e espera servir de exemplo para outras cidades que já começaram a divulgação das urnas.A China atualmente abriga um quinto da população do mundo. O problema com a superpopulação também afeta o sistema funerário, já que não há mais espaço para enterrar todo mundo. Para se ter uma idéia, 10 milhões de pessoas morrem anualmente na China.


domingo, 1 de agosto de 2010

Preço de sacola retornável e biodegradável será tabelado nos supermercados de Jundiaí


O preço das sacolas retornáveis e das biodegradáveis, em substituição às plásticas, será tabelado nos supermercados de Jundiaí. O valor final segue indefinido, mas deve ficar em torno de R$ 0,99 para retornáveis e R$ 0,19 para as biodegradáveis – essas se decompõem em 180 dias.A partir do dia 30 de agosto, os consumidores não irão mais encontrar as sacolas plásticas disponíveis e terão de recorrer a um dos modelos ecológicos ou a alternativas, como caixas.O assunto foi pauta de uma reunião realizada na sede da CDL (Câmara de Dirigentes Logistas), com o objetivo de discutir estratégias de divulgação da campanha.
Segundo a APAS (Associação Paulista de Supermercados) de Jundiaí, o objetivo é a preservação do meio ambiente e não a comercialização das sacolas. “Essa foi a melhor maneira de controlarmos o seu uso na cidade”, diz o vice-presidente da APAS, Edivaldo Bronzeri.A lei municipal nº 7.210, de dezembro de 2008, que seria colocada em prática em julho de 2009, exigia que as sacolas fossem oxibiodegradáveis, mas apesar de serem degradáveis, polui o solo por liberar resíduos químicos.A partir daí, a APAS tomou a frente da campanha e criou alternativas, que tem o apoio da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente. “A ideia é ótima e queremos estendê-la em todo o comércio”, afirma o secretário Jaderson Spina.



Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More